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Um Tiro no Escuro
 


MLP

Hoje faz sete anos que perdi Maria Lúcia Pereira, a mulher mais fantástica que conheci.  Inteligência, cultura, amizade canina e coisas que não caberiam num post. Hoje eu só queria que ela estivesse aqui pra eu deitar em seu colo e chorar. Saudades infinitas.

Por ocasião de sua morte súbita, escreve o crítico Alberto Guzik: "Dona de muitas habilidades, foi administradora cultural, pesquisadora, tradutora, crítica, diretora. E uma absoluta apaixonada pela arte dramática, a que serviu com infalível dedicação, mesmo quando via seus defeitos e lamentava suas mesquinharias. (...) Maria Lúcia Pereira foi crítica teatral do Caderno 2 do Estado de 1989 a 1992. Era dona de um estilo elegante e preciso. Sentia orgulho por ocupar o lugar que foi de Décio de Almeida Prado. 'Sempre li Décio de Almeida Prado com espírito de admiração, na busca - perseguida, porém inalcançada - de um modelo intelectual', disse sobre alguns dias depois da morte deste (...) Maria Lúcia trabalhou na sombra pelo teatro, que queria mais ambicioso, melhor. A morte temporã só faz sublinhar a importância da lição e do exemplo".



Escrito por Riccardo Joss às 12:00:15
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Terra de Gigantes

Num futuro distante, em 1983... era mais ou menos assim que começava um dos melhores seriados produzidos pela CBS entre 1968 e 1970. Há pouco estava assistindo ao episódio 00 (piloto) e vi que você pousar numa terra com gigantes em um regime ditatorial é muito mais foda que cair numa ilha como a de Lost.

O lance de crítica às ditaduras daquele tempo não fica claro no primeiro episódio, mas já o antecipo aos leitores mais novinhos que queiram conhecer a série, além de me tocar que eu era uma criança ingênua.

O comandante Alexander Fitzhugh era ladrão, além de ser um covardão. Vendo agora entendi um monte de coisas que não entendia na época. Foi legal. E lembrei-me que pegava meus hominhos pra brincar de Terra de Gigantes com o Grego.

O roteiro e a cenografia são de causar inveja em muita coisa que assistimos agora, em pleno século XXI, 25 anos depois de 1983. O responsável pela obra é Irwin Allen, autor de todos seriados legais da época. Um gênio que ficou conhecido como “Mestre dos Desastres”, depois que chegou ao cinema e fez os ótimos O Destino do Poseidon e A Torre do Inferno.

Um cara que recebe 5 Oscar tem que ser muito fodão. Eu estou redescobrindo o cara, o que está deixando minha férias bem divertidas, com muita Coca-Cola e pipoca.



Escrito por Riccardo Joss às 18:08:39
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O homem elefante

Filmes do David Lynch são sempre insólitos, mas Elephant Man é uma história verídica e dolorosa, mesmo que uns achem que é uma ficção de terror. Em seriíssimas publicações científicas está relatada a vida de John Merrick, conhecido, na Londres de 1884, como Homem Elefante.

Por mais mal-estar que o filme cause, a obra me toca no mais profundo da minha sensibilidade, me deixando imunizado contra qualquer veleidade de voyeurismo.

Filmes desse tipo sempre correm o risco de exagero espetacular, mas o diretor constrói uma obra racista sem a demagogia que vemos nos tempos atuais (o filme é de 1980 e vi no Cine Astor).

É um filme em P&B, como deve ser todo filme sobre a era vitoriana, no qual David Lynch mostra todo seu tenebroso talento.



Escrito por Riccardo Joss às 11:17:04
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Nunca acreditei muito em prêmios da televisão e da internet, mas o casal Pequi sempre ganha prsenes legais. Fico com preguiça de mandar e-mail ou fazer frases. Nesta madrugada, desesperado com umas 15 redações para corrigir, fui assisitir ao Sportcenter 2ª edição para relaxar. Eles estavam sorteando uma camisa do Flu, que havia tomado um sapeca iaiá da LDU. Sempre quis uma camisa do Flu, então, redigi rapidamente uma frase cheia de chavões e falando das três cores do time de Nelson Rodrigues. Voltei a corrigir, quando já avançava a mdrugada ouço meu nome e vejo lá no GC: Ricardo Joss. Waaal! Ganhei uma camisa tricolor e ainda ouvo elogios do Antero greco, colunista do Estadão, além de ser comentarista da ESPN. Nem consegui dormir direito.

 

Palpite: Espanha 2 x 0 Rússia. Mas torcerei pela Rússia do melhor técnico do mundo. Arshavin encaixaria muito bem no Palmeiras.

Estou numa fase Lennon. Porra! Ouvindo uma daqueles shows ao vivo do cara, tive que suportar um música (?) na qual a Yoko só fica gritando.

A Estação Pequi está com novidades. Prestigiem.



Escrito por Riccardo Joss às 15:42:32
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Eu achei o bonequinho da campanha dos democrats bem bonitinho. Por que o Lula não fez uma antinha com nove dedos?



Escrito por Riccardo Joss às 19:47:39
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Ando sem tempo de postar, tanto é que nada escrevi sobre o título do Boston Celtics e nem fiz minhas previsões sobre a Euro 08. Venho aqui rapidamente só para dizer que eu apostei no time teutônico, mas com sensação de que deveria apostar na Fúria. Eu sou foda!

Falando sério, os jogos da Euto têm sido muito emocionantes, quase épicos. A vergonha foi a televisão helvética não mostrar o segundo tempo de Alemanha x Turquia. Os turcos ficaram de fora, mas ficarão eternamente marcados na lembrança de quem gosta de futebol.

Palpite: LDU 1 x 1 Fluminense.



Escrito por Riccardo Joss às 17:57:23
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O jogo de ontem entre Turquia e Croácia foi um daqueles que serve de argumento para dizer que o futebol é muito mias importante que uma questão de vida e morte. Quem não viu perdeu. Até minha mãe se emocionou.

A minha paixão da semana é a modelo sorocabana Samira Carvalho. Saudades do Vascão.

O show da Bossa Nova, que fui com minha mãe e com a Kalincka, só provou que aqueles foram tempos de muita bebida e diversão. João Donato estava chapadão e muito engraçado. O Miele continua meio sem graça, mas sempre ri das merdas que ele fala. Se fui pra ver a Fernanda Takai, acabei só me lembrando de que o Toquinho é um gênio do violão. Foi uma noite bem divertida.

Agradeço ao Rody e ao Cacá a correção da palavra “caraminguados”. Aprendi essa palavra com um chefe maranhense que tive. Por coincidência, encontrei-me com uma maranhense na semana que s encerra, e ela também achava que o correto era “caramingudos”, daí o erro imperdoável. Para quem não leu os commnets, o correto é CARAMINGUÁS.

Já que o assunto é gramática, vou dar uma dica. Oxítonas terminadas em I não acentuadas. Ex: ali, aqui, abri-los etc.

Brian Eno deixou o Coldplay com mais cara de U2 do que poderia. O disco novo, que tem um título ridículo, tem umas três músicas legais, mas o resto é muito chato. Fujam, antes que seja tarde.

 



Escrito por Riccardo Joss às 10:42:27
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FIM DOS TEMPOS

M. Night Shyamalan decidiu mesmo honrar suas origens e aderiu ao cinema bollywoodiano. Nunca gostei dos filmes do cara, mas o Cacá e o Sérgio Rizzo me convenceram que o cara tem algumas qualidades. Fiquei, então, até animado para ver The Happenig. Filme B. E o diretor diz que fez mesmo um filme B. Ah, tá. Vou fazer um filme pretensioso e quando vir que ficou uma merda, vou para os jornais que foi intencional. ACONTECIMENTO, em inglês, tem mesmo essa conotação de algo sem muita explicação, mas plantinhas soltando veneninho? É de doer, assim como foi o adorado Sexto Sentido, um dos piores filmes que vi em minha vida. Com 20 minutos (tenho testemunhas), eu já sacara o “segredo”. Para não enriquecer ainda mais o indiano, alerto meus queridos (nem todos) leitores, economizem seus caraminguados. O filme é sobre plantinhas revoltadas que fazem com o povo de NYC e Paris (no final) se matem. Usar alguém na TV e no rádio para explicar o filme também é um recurso de uma pobreza etíope. Eu tive vontade de me matar vendo o filme, e não tinha nem uma samambaia na sala de exibição.



Escrito por Riccardo Joss às 12:42:11
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E TEM GENTE QUE NÃO GOSTA...

Sábado passado, o Tariq foi pela primeira vez ao Serra Dourada. Eu fiquei muito feliz, mas com um pouco de inveja. Minha primeira vez  em um estádio foi em 1978, naquele famoso (para os torcedores goianos) Vila Nova 1 x 0 Itumbiara de um torneio seletivo (existia isso) para o Campeonato Brasileiro. Só fui porque uns primos de São Paulo estavam de férias em Goiânia e um tio que ia ao Serra todo domingo levou-os. Ele me levou meio forçado, porque nunca mais repetiu a experiência. O jogo foi aquele que o juiz (agradeço se alguém  souber quem era) que inverteu uma falta  e que  da cobrança desta resultou o gol que levou o time da periferia a mais um desastre nacional.

Eram férias e meu pai preferiu me levar pra ver King Kong. O cara gostava de futebol, era vascaíno, mas não ia ao estádio, preferia o radinho. Vou morrer com a dúvida se ele ia ao Maracanã quando era jovem. O pai do Tariq, daí minha inveja, leva o moleque aonde ele quer ir, ao cinema, ao futebol e até à Pecuária (aqui é um espaço pra exposições agropecuárias).

Rui, meu pai, então, teve importância na paixão pelo futebol e pelo Flamengo dos anos 70-80, já que ele era Vasco e eu levo a sério o Complexo de Édipo. O Tariq se dá bem com meu cunhado e seu pai, logo será flamenguista, mas sábado ele se identificou com um Goiás que segue firme ao rebaixamento. Logo que chegou às arquibancadas, perguntou:

--Quando vou poder comprar uma bandeira?

Abri minha carteira sem titubear, não pensando muito em convencê-lo a torcer pelo Atlético, já que dificilmente ele vai a Campinas (o bairro) em sua vida. Foi uma grana bem gasta, já que vi uma das cenas que me faz gostar tanto de futebol. Ele tremulava a bandeira verde e gritava, sem entender o momento trágico da história do time esmeraldino:

--Vai, Goiás!

--Vítor burro!

Pequiman, que estava conosco, lembrou que é com sofrimento que as grandes paixões são formadas. Assim seja.

Mesmo tendo consciência de tudo que é ruim que há no mundo do ludopédio bretão, sempre apoiarei as maluquices que o Tariq quiser fazer em relação ao futebol, menos – é claro – participar de torcida organizada e/ou torcer pro SPFC.

Minha inveja só aumentou, pois sei que ele tem um pai, um tio e o Pequiman para acompanhá-lo aos campos sempre que ele quiser ou precisar. Sim, às vezes, precisamos ir a um jogo de futebol.



Escrito por Riccardo Joss às 11:02:05
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Viva o livre mercado. Viva a Irlanda.

Colin Powell me decepcionou mais uma vez. O negão disse que pode apoiar o Obama, mesmo sendo republicano.

E por falar em negão que me decepciona... Lewis Hamilton é maluco?

Quem vai parar Robben, Van Persie e Snejder?

Mais tarde vou ver o Hulk na Rocinha filmada no Canadá. Se tem o Edward Norton e o Robert Downey Jr., é bom.



Escrito por Riccardo Joss às 18:27:47
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Este blog está precisando de mudanças radicais urgentes, em busca de público e polêmica. Colocar fotos do André sem camisa já não basta. Falar de futebol incomoda, e só tenho visto jogos da Eurocopa 2008, que nem vem me agradando. Não será a estréia do Hulk, que trará algo de novo aqui. Estou em crise. Pensei até em uma pesquisa para ver o que meus leitores gostariam de ler aqui, mas fiquei com medo de descobrir que prefeririam que o blog acabasse.

Sendo assim, só conto no que pensei a tarde toda: na importância de Stálin pro fim da II Guerra. Ao som de Frank Sinatra. Nada a ver...



Escrito por Riccardo Joss às 18:03:16
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PAIS E FILHOS

Enfim sobrou um tempinho e terminei de ler Pai e Filho, de Tony Parsons. Já havia lido o seu DISPAROS do Front da Cultura Pop, no qual ele trata de, er, cultura pop. Quem gosta um pouco de cultua pop inglesa já leu algo dele em livro, na New Musical Express ou no Daily Mirror.

Em Pai e Filho, ele trata da sua relação com seu pai e com seu próprio filho, tema que me acompanha e me incomoda, mais ou menos, desde  de dezembro de 1973, época em que a maioria dos meus leitores era um sonho de um espermatozóide encontrar um óvulo. Separação, saudade, decepção e mais alguns dramas estão lá. Não tanto quanto em Febre de Bola, de que tem como tema o futebol e nem é ficcional.

O que mais me incomoda ao ler os dois livros é que os dois pais de Pai e Filho e o pai do Nick Hornby já me fariam um pouco mais feliz, já que uma das maiores frustrações da minha vida é meu pai nunca ter me levado ao Serra Dourada. Já falei disso antes e que minha mãe pediu pro Dudu Coxinha me levar ao estádio. Que mico! Além do mais, esta história é longa e conto depois.

Outro livro que também trata de relação entre pai e filho, mas não como tema principal, é o inédito Pizza Fria, do Randall Neto, livro que tive o imenso prazer de ler antes de sua publicação, como também já falei aqui.

Dos três (livros), o Febre de Bola é o que mais me toca, logicamente pela questão do futebol, que é um dos nortes de minha vidinha simples. Pai e Filho foi uma leitura agradável, também cita futebol (o West Ham), mas tem um final cinematográfico demais pro meu gosto. Já o Pizza Fria é o mais perturbador, mas nem posso falar nada antes que seja publica.

Decidi guardar os livros dos três autores juntinhos na estante.

 

Anexo de Pai e Filho para um leitor anônimo:

E eu sabia que Eamon estava errado. Se você está sempre na fissura, sempre carente, nunca satisfeito e feliz com o que tem, acaba ainda mais perdido e sozinho do que quando é um pobre idiota como eu, que acredita que todas as velhas canções foram escritas para uma única garota.

P.S: quando fui procurar no Google uma foto da capa do livro, achei um post do Randall, no qual ele fala do pai dele contando como foi a estréia de Guerra nas Estrelas, filme preferido do filho do filho no livro do Tony Parsons. Era 1977...



Escrito por Riccardo Joss às 16:35:26
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CINEMA

Vi Alguns filmes nos últimos dias (semanas) e não escrevi nada aqui, por falta de leitores e por falta de tempo, não necessariamente nesta ordem. Também não sei a ordem em que vi os filmes, mas foi mais ou menos assim...

Iron Man

Acho que já falei desse, e foi das surpresas mais agradáveis. Enfim, a Marvel começa a acertar, talvez por agora ter seu próprio estúdio. Aguardo ansiosamente o Hulk na Rocinha.

Indiana Jones

Sessão da Tarde das melhores. Muita gente meteu o pau, mas foi o que criticaram que mais gostei. SS sabe fazer a melhor diversão no cinema mundial. E qual é o erro em fazer piadas sobre comunistas?

21

Lá na 93, eu e o Grego jogávamos Blackjack e roubávamos a vizinhança toda. O filme 21 me remeteu a esse tempo e deu vontade jogar. Gosto de jogar e gosto de apostar. Deve ser genético, pois meu pai morreu numa mesa de carteado. O filme tem todos os clichês possíveis do gênero. Você vai assistindo e sabendo qual será a próxima cena, mas, mesmo assim, você torce para contagem dar certo, if you know what i mean. Winner winner chicken dinner. Só é difícil engolir o Kevin Spacey fantasiado.



Escrito por Riccardo Joss às 19:41:12
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Por que vou torcer para o Chelsea?

Hoje é a final da Champions League e estava sem saber para quem torcer: Chelsea ou Manchester Utd. A rivalidade Liverpool x United é antiga, e não me permitiria torcer para o time de Alex Ferguson.

Pensei. Torço para algum time de Londres? Não. Daí vi que o anti-semitismo da patuléia inglesa (e mundial) contra o Avam Grant, técnico dos Blues, e contra o Abrahmovic é inaceitável.

Futebolisticamente, estudei e descobri que o Grant é mais um administrador, que define os jogadores titulares, dá a preleção e comanda o Chelsea nos jogos. O gênio da tática é o holandês Hen tem Cate, que – na verdade- armou o time do Barcelona que foi campeão da Champions em 2005-06. Ele saiu do Barça e o time entrou em decadência, enquanto o Chelsea chegou à final. Waaal!

Pelos judeus, torcerei pelos Blues.



Escrito por Riccardo Joss às 12:58:44
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"One Man Went To Mow..."

"One Man Went To Mow"

One man went to mow,
Went to mow a meadow,
One man and his dog,
Spot,
Went to mow a meadow.

Two men went to mow,
Went to mow a meadow,
Two men, one man and his dog,
Spot,
Went to mow a meadow.

Three men went to mow,
Went to mow a meadow,
Three men, two men, one man and his dog,
Spot,
Went to mow a meadow.

Four men went to mow,
Went to mow a meadow,
Four men, three men, two men, one man and his dog,
Spot,
Went to mow a meadow.

Five men went to mow,
Went to mow a meadow,
Five men, four men, three men, two men, one man and his dog,
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Went to mow a meadow.

Six men went to mow,
Went to mow a meadow,
Six men, five men, four men, three men, two men, one man and his dog,
Spot,
Went to mow a meadow.

Seven men went to mow,
Went to mow a meadow,
Seven men, six men, five men, four men, three men, two men, one man and his dog,
Spot,
Went to mow a meadow.

Eight men went to mow,
Went to mow a meadow,
Eight men, seven men, six men, five men, four men, three men, two men, one man and his dog,
Spot,
Went to mow a meadow.

Nine men went to mow,
Went to mow a meadow,
Nine men, eight men, seven men, six men, five men, four men, three men, two men, one man and his dog,
Spot,
Went to mow a meadow.

Ten men went to mow,
Went to mow a meadow,
Ten men, nine men, eight men, seven men, six men, five men, four en, three men, two men, one man and his dog,
Spot,
Went to mow a meadow

Chelsea! Chelsea! Chelsea!



Escrito por Riccardo Joss às 12:56:44
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