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Um Tiro no Escuro


Zumbis ruLeZ

Walking Dead é uma série de tv que tinha tudo pra dar errado: um monte de atores desconhecidos;  um tanto de zumbis – como um monte de filme que a gente já viu -; tentativa de explicações científicas pra existência dos mortos-vivos e outras bobagens. Mas a impressão vira pó quando começamos a assistir.

Os atores são bons, os zumbis são os mais reais (sic) que já vi e o lado Superinteressante da série foi logo deixado de lado (assim espero). Além disso, a história vai muito além de zumbi. A trama é bem amarrada, as intrigas são mais excitantes que de qualquer novela da Globo e os zumbis estão ali só mesmo pra deixar todo mundo (personagens e telespectadores) mais tenso.

Tensos e ansiosos esperando a segunda temporada, que começou nesta semana. E valeu esperar: o primeiro episódio foi muito massa, teve até zumbi rezando. Não entro mais em detalhes, porque só o César _____________ (complete com um segundo nome que não seja de imperador romano) vai ler este texto mesmo e já conversamos (ao vivo) sobre o episódio.

Se mais alguém ler isso e não souber nada sobre Walking Dead, arrisque ler o gibi, que – dizem – é um pouco diferente. Pensei em arriscar discutir as metáforas que a zumbizada representa, mas isso poderia causar risos e afastar ainda mais leitores deste blógui mais abandonado que uma Geórgia pós uma apocalipse zumbi.



Escrito por Riccardo Joss às 20:19:44
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ATLÉTICO 3  X 0 spfc

 

Quem me conhece um pouquinho sabe como odeio o São Paulo, o time, aquele dos bâmbis. O Atlético ganhou uma vez do spfc, em 1958, ou seja, eu nunca tinha vivido essa experiência orgástica. O Dragão chegou na série A, todo mundo falando ano passado e em 2011 que a gente seria rebaixado, blá blá blá, mesmo por cima sendo zoado, blá blá blá. Até que chega mais um jogo contra o time de três cores da capital paulista.

Meu taxista não pôde me levar, não usei a camisa da sorte por medo da torcida deles (sim, sou bundão), a fila estava imensa pra entrar (absurdo só três bilheterias funcionando), entrei atrasado no Serra Dourada, o juiz não deu um pênalti no Felipe, tudo conspirando pra um derrota, todo mundo me zoando, blá blá blá.

Mas o Atlético está jogando muito bem sob o comando de Hélio Ferguson dos Anjos. 3 a 0. Isso, goleamos o spfc. O time do Rogério Ceni (que falou que o ACG era um timinho qualquer)... Sensacional! Um dos jogos mais importantes da minha vida. Já velho e relho, ainda me emociono com futebol, mesmo sabendo tudo de podre que existe no meio. Whatever.

Ganhei do spfc. Ganhei do time que mais odeio. A sensação de cada gol do Atlético foi proporcional a orgasmos sexuais, e na minha idade nem rola mais três gols em duas horas, né?

p.s. mais um vez volto ao blog, dessa vez por influência do dkcesar, que nem é muito de futebol.



Escrito por Riccardo Joss às 22:02:35
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FÉRIAS

Sou louco por futebol, mas assistir aos jogos tem se tornado um momento dos mais aborrecidos da minha vida. Não quero que isso se repita, mas os jogos que torço tem terminado em chatos empates. É o Atlético, o Palmeiras, a Argentina...

Férias merecem um pouco mais de emoção. Vou ao cinema e Transformers3 tem um jeitão de 0x0. Carros2 não tem corrida, o que me aborreceu um pouco. É um 007 de carrinho em animação. Hoje revi Alta Fidelidade, que é legal, mas ainda espero uma versão inglesa do filme.

Tem House, que parecia vir numa sétima temporada sem muita graça, mas ontem vi um episódio daqueles que marcam nossa vida. Mas o divertido tem sido sair com alguns amigos queridos. Espero ainda ver outros do quais ainda estou com bastante saudade nessas férias.



Escrito por Riccardo Joss às 23:00:41
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ARGENTINA 2011



La Plata, 1° de julho de 2011. É onde eu gistaria de estar hoje. Estou em Goiânia, mas tomei um Malbec  e me empanturrei de doce de leite pra entra no clima da Copa América – torneio que acompanho desde 1979, quando vi o Brasil perder pro Paraguai, o que parecia o maior absurdo do mundo.

E a vida foi passando, cheia de absurdos, mas aprendendo muito com tudo que considero errado no futebol e vibrando com cada pequena ou grande alegria que ele proporciona. Alegria com ver o Maradona em Goiânia. Só uma Copa América para proporcionar  um encontro com D10S.

Maradona disputou participou da Copa América em 79, 87 e 89 – aqui no Serra Dourada -, mas fracassou em todas elas. Em casa foi eliminado, em 87, pelo Uruguai do gênio Francescoli. São frustrações que não mudam em nada o penso sobre o maior jogador do futebol argentino. E assim fui formando meu caráter.

Hoje entrei de férias e, coincidentemente, começa a 43ª edição da Copa América. Pra quem gosta, neste tempo de descanso, vou trazer minhas impressões sobre o campeonato mais importante da América do Sul.

Daqui a pouco começa Argentina de Messi contra a Bolívia, que surpreendentemente ganhou o torneio em 1963, quando “ninguém” era nascido. Chegou a hora... e não achei Quilmes pra comprar por aqui.

 



Escrito por Riccardo Joss às 21:46:55
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Human League


 

Das bandas dos 80 que eu nuca comprei disco, a melhor era (é) Human League. Influenciado pelos sempre muito críticos caras da Bizz, sempre tive preconceito em relação a essa banda de Sheffield, mas gostava dos hits que tocavam no rádio (tempo em que o Evandro Brant montou uma RBC muito legal aqui em Goiânia), sem assumir isso perante aos amigos sempre muito críticos.

Agora em maio, os caras tinham show marcado (nem sei se aconteceu) e lançaram disco novo. Cada vez mais desinformado, não fazia ideia dessas novidades, e não é que baixei uma coletânea massa da banda?! 

Em tempos de querer mudar o ritmo da vida, ouvir banda dos 80’s pode soar contraditório, mas foi uma trilha sonora bem legal pra essa semana. Surpresa maior foi buscar o disco novo e constatar que o single novo “Night People” não faria feio em 86, 96, 2006, 2011...

Quando é mesmo a noite dos anos 80 no Bolshoi? 



Escrito por Riccardo Joss às 17:13:17
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FASE NOVA MAIS UMA VEZ

Em 2010, todo mundo tinha certeza de que o Atlético não duraria muito tempo na Série A, assim como deram como morto o blog. O blog morreu, mas o Atlético, graças ao Elias e ao Renê Simões, ficou na 1ª divisão.  O Tiro ainda tentou voltar algumas vezes, mas sem sucesso.

Ontem o Atlético começou seu segundo campeonato na era dos pontos corridos, e eu, sempre com muita vontade de escrever, decidi tentar falar de minhas coisas em mais de 140 caracteres. Sei que não terei mais do que três leitores, alguns por obrigação, mas o blog é mais pra mim mesmo, por mais prazer que cause uma caixa de comentários cheia.

Chego ao terceiro parágrafo, sem ter muito o que falar. Futebol, minha paixão renovada pela Fórmula 1, o Dragão começando o campeonato vencendo, livros, gibis, filmes, será sempre mais do mesmo.

Muita coisa aconteceu de janeiro, época do último post, pra cá, e os três leitores sabem de quase tudo, o que me faz descartar uma retomada de quase metade (Waaal!) do ano. Nova fase do blog começa com nova fase do Dragão no futebol. Fomos bicampeões e decidi fazer um esforcinho maior pela minha felicidade.

Futebol sempre fazendo parte importante de minha vida, indo além do que acontece  as quatro linhas. O ACG tem que ficar mais um ano na série A e eu tenho que tornar isto aqui pelo menos um pouquinho atrativo, contando sempre com o apoio moral dos três amigos.



Escrito por Riccardo Joss às 19:33:36
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No Buraco

Depois que li Mirisola, não deveria ter optado por “No Buraco”, do Tony Belloto. O livro do guitarrista dos Titãs segue a receita Mirisola + Nick Hornby + um monte de referências pop batidas num liquidificador. O excesso de referências vai enchendo o saco, as cenas de sexo são até legais, mas tudo soa um pouco falso. Tô quase abandonando a leitura pela metade...

A arte da capa é bem legal e foi o que me fez comprá-lo no Pão de Açúcar.




Escrito por Riccardo Joss às 21:09:26
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Futebol em Buenos Aires

Esse papo de que brasileiro é o povo que mais entende de futebol, que aqui é o país do ludopédio bretão e outras bobagens é algo que nunca me convenceu. Qualquer jogo na Inglatera, Turquia e Argentina são bem animado e nem precisa sair do Brazil pra conferir, o YouTube está aí pra isso mesmo.

Depois de muito sonho, consegui ir pra Buenos Aires e tudo que eu já pensava foi conformado in loco. Mais que confirmou, o argentino curte muito mais futebol que nós aqui no Bananão. São bares com decoração futebolística, revista e jornal de futebol melhores que os nossos, mais canais de tv mostrando futebol (de todos os tempos) e o povo.

O povo é louco, apaixonado, orgulhoso das glórias dos seus times. Saí do hotel com uma camisa do Racing e pessoas faziam comentários sobre a história do time, uns faziam referências ao rival Independiente e até o educado e frio porteiro do hotel não conseguiu manter a postura. Ele era hincha do Independiente e brincou que eu não poderia entrar no hotel com uma camisa de La Academia.

Tomei meu banho e saí com a camisa dos rojos. A alegria do rapaz ao me ver de roupa trocada mostrava a paixão argentinha pelo futebol. O cara até me abraçou. Estava revelada a enorme paixão por esse esporte que mexe tanto com nossas vidas.

Nos estádios do Boca e do River também pude sentir como os portenhos vivem o futebol, sobretudo no Monumental, onde não havia tantos brasileiros, que enchem o saco na Bombonera, mal sabendo o que representa estar ali.

Em uma semana aprendi sobre o futebol argentino o que não aprenderia em nenhuma cidade brasileira, nem em Porto Alegre, capital mais futebolísitca do Brazil. Quero voltar mais vezes pra ir a Avellaneda, no Gasometro, conhecer mais do Ferro Carril Oeste e, um dia, ver um jogo e sentir ainda mais a empolgação e amor do argentino pelo futebol.

A imagem acima é uma das causas de eu ser tão louco por futebol. Em 78, ainda menino, fiquei apaixonado pela torcida argentina, mas fui por muitos anos meio que intimidado de torcer pra Argentina. Mas a gente cresce e se torna livre.

Vamos, vamos Argentina,

vamos, vamos a ganar,

que esta barra quilombera,

no te deja, no te deja de alentar.



Escrito por Riccardo Joss às 01:47:06
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Tariq: futebol é trabalho?

Eu: É.

Tariq: mas os jogadores ganham pra isso?

Eu: mais que eu e seu pai.

Tariq: e quando perdem também recebem?

Eu: Às vezes, até mais do que quem venceu.

Tariq: Então, se eu fosse jogador, eu só iria perder.

 



Escrito por Riccardo Joss às 10:10:13
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Carta aberta à Gisa não-sei-das-quantas

Antes de qualquer coisa, você deveria largar de ser covarde e assinar seu nome completo, se é que você existe.

Achei bem interessante, em tempos que a premiadíssima Dorinha mudou de agência, você vir fazer um comentário sobre aquela ridícula premiação. Ridícula como quando você tenta me humilhar por não ser publicitário. Você é da turma que acredita que propaganda é arte? E que vocês fazem filmes? Patética. Você é patética como qualquer premiação que não atravessa o rio Paranaíba.

Você poderia aproveitar e explicar a mudança de emprego da indigitada. Ouvi dizer que ele levou anunciantes para a agência nova. É verdade? Também é sério que ele está tirando profissionais da agência em que foi tão premiada para o novo trabalho? Você foi nessa leva? Existe “quarentena” no meio publicitário? Cago e ando pros astros do mundinho publicitário, mas as questões éticas muito me interessam.

Duvido que tais boatos sejam verdadeiros, uma senhora de um pastor profissional não teria atitude tão vil e deplorável. Jesus não permitiria.

Last but not least, vai tomar no cu, Gisa.




Escrito por Riccardo Joss às 14:44:58
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MAIORES MÉDIAS DE PÚBLICO DO CAMPEONATO BRASILEIRO
(1971 - 2008)

1º) Clube de Regatas do Flamengo (RJ) : 27.094
2º) Clube Atlético Mineiro (MG) : 24.298
3º) Esporte Clube Bahia (BA) : 24.255
4º) Sport Club Corinthians Paulista (SP) : 21.917
5º) Cruzeiro Esporte Clube (MG) : 19.754
6º) Sport Club Internacional (RS) : 18.252
7º) Sociedade Esportiva Palmeiras (SP) : 18.200
8º) Clube de Regatas Vasco da Gama (RJ) : 17.062
9º) São Paulo Futebol Clube (SP) : 17.019
10º) Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense (RS) : 16.998
11º) Fluminense Football Club (RJ) : 15.675
12º) Santa Cruz Futebol Clube (PE) : 15.607
13º) Sport Club do Recife (PE) : 14.931
14º) Santos Futebol Clube (SP) : 13.751
15º) Coritiba Football Club (PR) : 13.631
16º) Paysandu Sport Clube (PA) : 13.562
17º) Goiás Esporte Clube (GO) : 13.448
18º) Botafogo de Futebol e Regatas (RJ) : 13.364
19º) Esporte Clube Vitória (BA) : 12.699
20º) Clube Náutico Capibaribe (PE) : 11.279
21º) Clube Atlético Paranaense (PR) : 11.039
22º) Guarani Futebol Clube (SP) : 8.598

Randall e Fraga andam discutindo quem tem torcida no Brasil. Vou mais longe e digo que torcedor brasileiro só vai ao estádio quando o jogo é “bom” e/ou quando o time está disputando o título. Qualquer time fraquinho da Premier League tem média de torcedores maior que a do Flamengo. Queria os dados sobre o futebol argentino, mas ninguém vai duvidar que as médias lá são melhores que as nossas.



Escrito por Riccardo Joss às 17:45:07
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Bizarrices ou não?

Nesta semana, depois de falar do Milton Buzetto no Febre Alta, o assunto lá chegou em treinadores bizarros, e olha que o Orizona nem foi mencionado. De estranheza em estranheza, chegou-se ao Paulo Stein,que ainda trabalha firme e forte na ESPN.

A paritir dessas divagações, fiquei pensando em quem marcou bastante a minha vida no jornalismo esportivo. O primeiro e mais importante (e que nada tem de bizarro) é o gênio João Saldanha. Comecei ouvindo-o na Rádio Globo do Rio e lendo sua coluna na Placar. Queria ser igual a ele, tenho ódio do Zagalo por causa dele, além de nunca torcer conta o Botafogo em respeito ao seu amor pelo time da Estrela Solitária. Seus últimos momentos foram na Manchete, além de sua passagem por Goiânia trabalhando como comentarista de uma equipe do Kajuru.

E foi na Rádio Globo do Rio que acompanhei o Mengão de 78 até sei lá quando. Parece que foi ontem o domingo em que, no rádio do Fusca da minha mãe, Rondinelli – o deus da raça – fez aquele histórico gol de cebeça contra o Vasco do Rui. Era um prazer sem tamanho e que me dava motivo de ligar pro meu pai, que não estava nem aí pra mim. Quem  narrava os jogos era a dupla Valdir Amaral e Jorge Cury. Até hoje tenhos os dicos do tri do Carioca de 78-79-79 e do Brasileiro de 80.

Eram tardes e finais de noite de domingo com um radinho no ouvido. Lá a Globo, aqui em Goiânia não me recordo de uma emissora favorita, mas alguns nomes nunca sairão de minha lembrança. O atleticano Baltazar de Castro, o torcedor do Goiânia Draulas Vaz, Mané de Oliveira, Leleco e o melhor de todos, e que foi esquecido pelo Randall: Amir Sabag.

“Yo tengo tantos hermanos, que no los puedo contar..” cantado pela Elis Regina era a vinheta dele. Certa época, a Rádio Jornal ficava na rua da minha casa e pude uma vez falar com ele. Perguntei quem ganharia um Goiânia x Londrina. Consultando a Futpédia, isso foi em novembro de 79 e o Galo goiano perdeu: 1 x 0.

Além das rádios, a Placar era leitura obrigatória. Se hoje tenho certa implicância com o Juca Kfouri, não deixo de ser grato pela revista. Foi ali que tomei gosto pela leitura e aprendi muito de Geografia. Até 2006 eu tinha todas edições da Placar, mas minha mãe decidiu se mudar, eu ainda estava em S. Paulo e tive que me desfazer da coleção. Grande parte de minha vida estava ali, eu vejo uma capa da revista dos anos 80 e, mesmo que não tenha nada do futebol goiano, lembro-me de como foi e com quem eu estava no Serra Dourada.

Hoje não sei quem marcou os gols do jogo que vi de manhã. Só ouço rádio no estádio pra poder identificar os jogadores do adversário do Dragão e porque a visão não ajuda. A Placar virou semanal, os caras que gosto (PVC, Mauro César Pereira, Léo Bertozzi...) comentam futebol com racionalidade, então penso se não deveria voltar a ver futebol com mais coração. Como diria Amir Sabag, só me resta sentar no meio fio e cantar um tango argentino.

p.s. Parabéns pelo aniversário do blog do Randall, o Febre Alta.



Escrito por Riccardo Joss às 16:45:12
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ANDRÉ

Encontrar-me com o André Fraga, por mais que o encontro sempre termine com gritos e briga, além da vontade de jogá-lo pela janela do carro, jamais será entediante. Sempre haverá novidades, fofocas, ignorância do indigitado e muito álcool.

Valdique na tarde alcoólica de hoje sugere que eu ressuscite o blog com posts sobre o Fraga. Mas a ideia melhor pra aumentar o número de visitas é a foto dele com um shortinho curtíssimo azul bebê.

O cara se veste como um menino de 17 anos nos anos 80, ouve Duran Duran e vem com conversinha fiada de votar na Dilma.

Fraga, vai tomar no cu e comprar o dinossauro pro seu filho.

Posto a foto se houver muitos pedidos.



Escrito por Riccardo Joss às 23:28:56
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Acabaram as férias e não ataulizei o blog como gostaria de ter feito, principalemnte por falta de leitores. Claro que a falta de leitores é devida à falta de texto, falta de polêmica, até mesmo pela falta de foto do André sem camisa. Nem na Copa escrevi o tanto que queria. Volto a trabalhar feito louco amanhã com planos de voltar a escrever com mais frequência, tipo aqueles planos de mudanças de Ano-Novo ou de início de dieta na segunda-feira.

Não li tudo que queria nas férias, muito menos vi os filmes planejados, mas descobri que Hugh Laurie, além de ser o House, escreve bem pra caralho. O cara é foda em tudo que faz. Creio que, no Brazil, o livro foi subestimado, tanto é que comprei por míseros 12 reais.

O Atlético viveu num buraco por anos, pensava que tinha morrido, mas chegou à série A. Assim sendo, surgiu torcida organizada do Dragão. Ridículo. E esse caras que não pagam ingresso, que ganham dinheiro de jogador e de candidato a deputado federal, não deixam os verdadeiros torcedores criticarem e xingarem jogador vagabundo e cachaceiro. (Valdique, depois te conto detalhes dessa história).

Voltando ao Hugh Laurie, o último episódio da última temporada de House faz chorar. De verdade.

Não sei quem me rouba mais: a Net ou os” filhos da Shirley”. Haja advogado pra resolver meus problemas.



Escrito por Riccardo Joss às 23:06:21
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Notas rápidas

“Shadows”,  o mais recente disco do Teenage Fanclub é o melhor do ano. É daqueles discos que você sabe o que vai provocar, causando aquela certeza de escolheu (comprou, baixou...) a coisa certa, como um livro do Nick Hornby.

Falando nisso, o roteiro de “Educação” não fica atrás. O filme foi bem executado. Quem não viu corra pra locadora ou façam o download, porque nem é fácil encontrar.

Minha seleção da Copa é o Forlán mais dez. Mas ele é o craque da Copa? Por que não?

Não há nada mais estúpido do que quem acredita que o povo Paul e o cantor Mick Jagger interfiram nos resultados dos jogos do Mundial.



Escrito por Riccardo Joss às 21:14:34
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