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Um Tiro no Escuro


Os 50 maiores jogos das Copas do Mundo

Classificação:

Valor médio: R$ 23,65

Eu quero. Tenho certeza de que o PVC não viu todos os jogos, mas leu muito pra saber do que fala. E vocês, leitores? Qual é o maior jogo de Copa do Mundo que vocês viram? Eu continuo com o Itália 3 x 2 Brasil, em 1982. Eu vi.



Categoria: Objeto de Desejo
Escrito por Riccardo Joss às 16:25:03
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SHE WANTS REVENGE

http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendID=2082497

Classificação:

Valor médio: US$ 17-  

 Não paro de ouvir "Tear You Apart". O grupo é de L.A., mas tem uma atmsofera sombria dos anos 80. É pra dançar ou pra se desesperar. Vou ali chorar um pouco.



Categoria: Objeto de Desejo
Escrito por Riccardo Joss às 12:29:37
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PRÊMIO JAIME CÂMARA DE PROPAGANDA

 

 

Nunca tinha ido à festa do Prêmio Jaime Câmara de Propaganda em todos os anos que morei em Goiânia.  Era como morar em Los Angeles e nunca ver o Oscar, mesmo sendo amigo do Robert De Niro, if you know what i mean. Robert, ops, Alex me convidou e aceitei, depois de muito relutar. Acreditando que haveria muito uísque, topei ir. Vesti o meu paletó mesclado e fui.

Muita gente conhecida logo na chegada. Muita Mulata e muito uísque. Mas a Mulata não estava concorrendo aos prêmios? O prêmio seria de cartas marcadas? Ao menos, não vi políticos ali. Mesmo com tanta bebida o governador não apareceu.

Pra começar, show com a banda TNYFBB. É isso? Muito barulho por nada. Eu quero é prêmio. Fui pra torcer. Sou passional, torço pelos amigos e contra os inimigos. Logo de cara, Alex ganhou um prêmio do Guilherme Siqueira, irmão da Mônica, a ex surda. Ex e surda, deixo bem claro. Vibrei como se o Atlético tivesse feito um gol. Heh.

A grande disputa da noite foi entre o Alex e Dorinha Crispim. No quesito pescoço, Dorinha já começou atrás. Devia consultar um ortopedista, aquele defeito pode prejudicá-la no futuro. Fiquei sabendo que Dorinha já ganhou um Profissional do Ano e teve que vender a passagem para NYC, já que estava muito endividada. As agências de Goiânia pagam tão mal assim? Ou ela gasta muito com comida?

A campanha da Mulata ganhou muitos prêmios. Parabéns pra ILTD. Dorinha ganhou outros. Vamos combinar, que o anúncio da Fujioka é muito ruim, mas a empresa de fotinhas deve gastar muito na OJC. A grande injustiça da noite foi o belo anúncio de jornal da CVV (by Rogério) não ser premiado.

E Dorinha, no seu risca-de-giz (riscas grossas e douradas) ganhou de novo o Profissional do Ano. A passagem dessa vez é pra Paris. Sem estadia. Heh. Torço, sinceramente, pra que ela não fique entalada na poltrona da classe econômica. Ah, antes de terminar pergunto? Dorinha, você acredita mesmo que listras emagrecem?

No final das contas, saí orgulhoso da festa. Indiretamente, ganhei nove prêmios. Mais que a Dorinha. Eu sou o verdadeiro profissional do ano. Eu quero meus mil dólares e minha passagem pra Paris. Dorinha, fique aqui e preste mais atenção quando for fazer anúncios que tenham o nome do piloto Michael SchumacKer. Tsc.

 



Escrito por Riccardo Joss às 11:01:53
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ORGULHO

 

É como se tivesse morrido alguém muito querido. Sem exagero. Sinto um vazio n’alma, uma vontade de desaparecer, uma vontade de chorar, mas as lágrimas não vieram. Minha dor é a alegria de muitos. Felicidade não existe mesmo. Nada provoca tanto sofrimento como o amor. Muitas já sabem do que estou falando e devem estar dando risada. Fodam-se.

Quando abriram os portões do estádio Serra Dourada, eu já estava com o ingresso, camisa, bandeira e radinho na mão, pronto pra entrar. Seria o dia mais feliz da minha vida. Mais uma vez, sem exageros. Vão pensar: e o dia em que o Tariq nasceu? Foi triste, pois ele foi para UTI etc. Alguns sabem da história que não cabe ser contada a gora. Voltando, sentei na arquibancada e fiquei observando meus colegas de paixão chegando, todos muito alegres. E nem nos importávamos em dividir o mesmo alvo do amor. Abri mão de ficar na tribuna de honra para sentir toda a felicidade que poderia tomar conta de nossas vidas. Da hora em que cheguei ao Serra ao início do jogo foram as duas horas mais rápidas que vivi num campo de futebol. Balões, fumaça, bandeiras, apitos. Nunca - em 28 anos que freqüento aquele ambiente - vi aquilo tão lindo. É desnecessário comparar com a torcida rival. Quem presenciou nunca esquecerá.

Pulo o parágrafo do jogo em si e do árbitro, já que este é bem conhecido por seu caráter e desonestidade.

Muita gente deve ter rido de mim, da minha viagem e de tudo que passei nesses três meses de Campeonato Goiano. Fodam-se, mais uma vez.

Estou arrasado, não li, não vi nem ouvi nada sobre a final. Tudo o que aconteceu passa sem parar na minha mente, como num filme que não se cansa de repetir. Meu coração dói. Não fui campeão, mas o que sinto é uma dor de saudade. Saudade das alegrias que meu time proporcionou-me. Uma saudade infinita. Não negarei que estaria enchendo a cara agora, caso o Dragão fosse o campeão. Aprendi, porém, muito mais com a derrota. Minha certeza é ainda mais certeza: Atlético, eu te amo.



Escrito por Riccardo Joss às 19:43:10
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