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Um Tiro no Escuro


LÁZARO RAMOS

Classificação:

Não nada mais nojento na tv brasileira hoje que o tal Foguinho. Aquele bigode descolorido, tal qual o cabelo do Emiliano, me causa engulhos. Mas pior que o visual é a atuação de Lázaro Ramos. Quem inventou este cara como ator merece ver a novela todo dia. Sei que ele faz parte do Bando de Teatro Olodum, formado por atores negros de Salvador. O ator baiano não consegue falar, dando a impressão que tem a língua mole. No Orkut achei um cara que sente nojo no jeito de falar o Lázaro Ramos. Torço para que caia fora da Globo e faça filmes alternativos de travestis na Bahia. Ou participações nos clássicos da Carla Perez. Nem tudo que a África nos deu é bom como eu disse no post anterior.



Categoria: Avaliação
Escrito por Riccardo Joss às 19:38:05
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ABAIXO O RACISMO

Riccardo diz:

agora vc frequenta batucadas?

André Fraga diz:

bartucada é um grupo de samba de raiz de diamantina. muito bom

Riccardo diz:

samba de raiz... vc? Sem comentários.

André Fraga diz:

pra te falar a verdade eu gosto é do clima do samba

André Fraga diz:

não escuto samba

Riccardo diz:

clima do samba??????????????

André Fraga diz:

o samba, cerveja, pessoas legais. Essas coisas. O samba entra como coadjuvante

 

 

O samba, como tudo de bom do Brazil, veio da África. Somos o que somos, graças aos negros. André, esperto e europeu que é, enfim descobriu a malevolência de nossas mulatas. Nossos craques do futebol, nossa ginga no samba, nossa culinária, o candomblé e várias outras belas manifestações culturais.

Temos sempre que agradecer à princesa Isabel que deu liberdade aos nossos irmãos negros. A foto, tirada numa exposição em Curitiba, mostra bem como a escravidão era cruel e inaceitável. As crianças já tinham incutido na mente seus preconceitos. Um dia, graças à Isabel e pesssoas democráticas e sem preconceito como o André, teremos um Brazil livre e sem racismo.

Viva a princesa Isabel! Viva o André!

 



Escrito por Riccardo Joss às 10:58:53
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The Three Burials of Melquiades Estrada

 

Classificação:

A morte sempre me parece bizarra. Na semana passada, sonhei que conversava com uma tia que já morreu faz tempo. Conversava com ela no caixão do seu velório. Bizarro. Dizem que os humanos se diferenciam dos animais porque nós enterramos nossos parceiros. Minha mãe enterrou o Dingo. E Tommy Lee Jones quer enterrar o seu amigo Melchiades. No México. E fugindo da polícia a cavalo. De carona, leva o policial de fronteira que matou o mexicano.

O filme tem um pouco de “Crash”, mas sem pretos. TLJ tenta levar certa dignidade ao morto. Tenta humanizá-lo, já que um mexicano e um coiote são tratados da mesma maneira pelos americanos. A vida do policial americano também é uma merda. Não come a mulher e fica batendo punheta na fronteira. No fim, a redenção pelo enterro. Contei. Heh.

Mas o filme não é só isso. Você tem muitas maneiras de interpretar o filme. Pode até encontrar um viés político. Os críticos sempre gostam de achar uma maneira de criticar o Bush num filme americano. Vejo como um filme sobre a morte e a amizade incondicional. Sai do cinema pensando quais amigos eu carregaria pra ser enterrado no México. Ang Lee devia assistir para conhecer o que é um vaqueiro americano. Nos enterros de Melchiades temos momentos dramáticos e sombrios. Se querem ver um filme melancólico e profundo, assistam este. E façam de conta que TLJ teve um caso com Barry Pepper.



Categoria: Avaliação
Escrito por Riccardo Joss às 21:41:39
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ÍDOLOS

 

Tentaram descobrir quem são meus ídolos e nem erraram muito. Meus ídolos são bastantes, quase todos conhecidos pelos amigos e leitores. Para quem não me conhece o suficiente, aqui vou listar dez dos meus ídolos. As rápidas justificativas ajudarão (a quem tiver o interesse) me conhecer melhor. A lista não segue uma ordem de preferência, pois eu não conseguiria ordená-la.

 

1. Nelson Piquet: é o maior piloto que já vi nas pistas pelo mundo afora. Conseguiu três campeonatos, sempre com adversidades. Em 1981, foi campeão contra a Williams que contava com os petrodólares dos árabes, com o campeão Alan Jones e com o argentino Carlos Reutman, cujas rodas do seu bólido foram limpadas por Piquet num distante GP de Brasília. Em 1983, foi o primeiro campeão com motor turbo BMW, batendo Alain Prost e a Reanult. Contra sua própria equipe inglesa, a Williams, em 1987, bateu o british Nigel Mansel, o Leão.

 

2. Zico: entre tantos craques de futebol que adorei, o Galinho de Quintino me provocou momentos de muita alegria no Flamengo dos anos 80, montado pelo saudoso Cláudio Coutinho. Sofri com Zico nas Copas da Itália-82 e México-86. Sentia as dores de seu joelho, mas a felicidade causada por seus belos gols e jogadas geniais foi maior. Se hoje eu falo tanto de futebol, Arthur Antunes de Coimbra é um dos motivos.

 

3. Duran Duran: quando a TV Bandeirantes exibia um programa de clipes (esqueci-me do nome), eu tinha certo preconceito em relação aos Fab5. Beatles, Police e Led Zeppelin eram as bandas mais importantes. Mas o André (olha ele aí de novo) surgiu na minha vida e gravou uma fita (uma BASF de ferro alemã) com Seven and The Ragged Tiger. Ouvi The Reflex e nunca mais parei de ouvir DD. Muita coisa mudou na minha vida a partir dali. Hoje tenho todos os discos em cd e vinil, sem falar do Arcádia e do Power Station. Eu quis ser o Simon Le Bon.

 

4. New Order: é minha vida. Não preciso explicar.

 

5. Paulo Francis: lendo sua coluna na Folha (já foi um bom jornal) e no Estadão, cresci muito intelectualmente. Comprei quase todos os livros que ele indicou. Ainda não li nem 10%, mas até que minhas estantes estão completinhas. Há pouco tempo, troquei uma foto do meu saudoso pai por uma do mais saudoso ainda Francis num porta-retrato do meu quarto. Aprendi, infelizmente, mais com o jornalista do que com Rui, E ambos morreram num espaço de menos de dois meses. Foi foda. Aproveito para agradecer à Luciana e ao Alex, que foram grandes amigos na época.



Escrito por Riccardo Joss às 21:39:42
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6. Dostoievski: pode ser clichê, mas Crime e Castigo é um livro que me fez aceitar meus desejos mais secretos. Para Raskolnikof, vale tudo. Só não gosto muito do final. Tudo é relativo, quero o direito de aniquilar meus desafetos. Depois li outros livros do russo. Só tenho medo de perder o que resta da minha fé, se eu ler Os Irmãos Karamazov.

 

7. Stanley Kubrick: o cara fez os melhores filmes de guerra (Nascido para matar e Glória feita de sangue), o mlehor e ficção científica (2001, a space odissey), o mlehor épico (Spartacus) e o geniais, mas inclassificáveis Laranja Mecânica e Dr. Strangelove, um dos filmes mais inteligente e satírico já feitos. Cacá, à peida. Heh.

 

8. Chico Buarque: será a vez do Pequiman me mandar à peida. Outros o acham um deus. Já fui “comunistinha”, mas cresci. Chico é politicamente um imbecil, mas tem as mais belas canções da língua portuguesa. Construção é genial.

 

9. Freud: é meu herói. A interpretação dos sonhos me ajudou a entender grande parte dos meus traumas e doenças da minh’alma. Leia Freud e economize com analista.

 

10. Nick Hornby: por causa do futebol e porque faz listas. O post explica o item e vice-versa.

 

11. Jack Bauer: just kidding.



Escrito por Riccardo Joss às 21:39:19
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PLACAR

http://placar.com.br

Classificação:

Vou correndo, antes da novela, comprar meu exemplar.



Categoria: Objeto de Desejo
Escrito por Riccardo Joss às 19:48:05
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GRÉCIA X TURQUIA

 

Murat x Nikos. Não, quase. Dona K. está indo para a Grécia na hora errada. Logo agora que uma nova guerra pode começar no Mar Egeu. Para quem não sabe, dona Kiki é minha vizinha grega. Uma das melhores pessoas do mundo, por ela torço pela Grécia num futuro conflito. Odeio turcos. Odeio o Murat. Odeio o Lima Duarte.

Todo mundo já deve ter lido, mas dois caças F-16 se chocaram em espaço aéreo grego, é claro. Já encontraram o piloto turco. Pena que não tenha morrido [private joke]. Onde está o grego? Será que esqueceu de se ejetar? Se fosse o Greguinho, filho da dona K., eu não duvidaria. O pensamento helênico foi o que mais involuiu. Mas não importa, gregos!, vamos invadir a Turquia. Não podemos ser bundões como Lula no caso do gás na Bolívia. E que a dona K. tenha uma boa estada em sua bela ilha.



Escrito por Riccardo Joss às 12:52:26
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JUMP THE SHARK

Este blog pulou o tubarão quando comecei a falar muito do André. O que faço pra mudar? Leitores, o que vocês querem aqui? Mais fotos do André, aquele que tem ódio dos judeus, pois tem medo da circuncisão?



Escrito por Riccardo Joss às 01:38:06
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PAZ

Algumas imagens valem por mais que mil palavras, diz o ditado. A imagem acima não é de hoje, mas mostra bem quem é quem no mundo árabe. Um menino palestino com um fuzil Dragunov (de fabricação russa) de atirador de elite (sniper). E todos sorridentes numa passeata. Quase tão aterrorizante é a bandeira com a cara de Che Guevara. Quero que o André venha dizer que os palestinos não ensinam o ódio às suas crianças e que isso é papo de judeus.



Escrito por Riccardo Joss às 21:37:32
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"Paulo Baier, volta pra Goiás."

Autor: Torcedores do Palmeiras

 

Quando: hoje

Esta foi a frase que mais ouvi no jogo de hoje. Não estava programando de ir ao estádio, mas desde que fui pra última temporada em Goiânia, o Palmeiras não vencia. Somado a isso, sempre que estou triste, gosto de ir ao futebol, tentar esquecer. Se o jogo for ruim, então, melhor ainda. Xingar o Paulo Baier me fez, por 90 minutos, esquecer a perda do Dingo. Somado a tudo, era a estréia do articulado Tite. Ele não conseguiu comprar uma camisa risca-de-giz verde, mas bateu no peito trajando uma camisa verde piscina. Piscina suja. O time do Palmeiras continua uma merda. E vai continuar assim, com os meninos do Palmeiras B e Paulo B. Tite é lúcido ao dizer que o time não tem chances de ser campeão. Mesmo com reforços. É a mais pura verdade. Se vencer uns clássicos e se não cair de novo pra série B, já está bom. Saudades do Estevam Soares.



Categoria: Citação
Escrito por Riccardo Joss às 19:22:57
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